sábado, 7 de agosto de 2010

Uso de polimero Bisfenol A é proibido para a produção de materiais infantis

O material plástico era alvo de estudo (Science, 27 de Outubro de 2000, p. 695) a décadas e foi proibido por ser poder potencial para causar cancer e deficiências intelectuais, segundo especialistas. O material que foi proibido em vários países agora é foco nos EUA e Brasil.
para ver a informação original acesso o link abaixo:

A Lua não possue água tal como foi afirmado em 2008

O interior da Lua pode não conter água no final das contas, apesar de estudos recentes terem sugerido a existência do líquido.

Por décadas, após os astronautas da Apollo terem pousado em uma superfície lunar desolada, a Lua foi considerada seca. Mas essa visão começou a mudar em 2008, quando pesquisadores descobriram água dentro de esferas minúsculas de rocha vulcânica vítrea em concentrações semelhantes àquelas encontradas em rochas vulcânicas terrestres.

Agora pesquisadores liderados por Zachary Sharp, da Universidade do Novo México, em Albuquerque, afirmam que medições de cloro em uma dúzia de amostras colhidas nas missões Apollo sugerem que o interior da Lua sempre foi seco. A Terra contém entre 10 mil e 100 mil vezes mais água que a Lua.

O cloro está disponível em dois isótopos estáveis (cloro-35 e cloro-37). A equipe de Sharp descobriu que a versão mais pesada do elemento é mais abundante em amostras da Lua que na Terra, sugerindo que as rochas lunares se formaram em um ambiente muito seco.

Isso porque átomos de hidrogênio contidos em água ligam-se rapidamente com o isótopo pesado do cloro, formando gás de ácido hidroclórico, que sobe em direção ao espaço, deixando para trás uma maior quantidade do isótopo mais leve.

Acredita-se que a Lua tenha sido formada por destroços de uma colisão entre um objeto do tamanho de Marte e a Terra há 4,5 bilhões de anos. Segundo Sharp, à medida que a Lua fundida cristalizou-se até formar uma rocha, quantidades mínimas de água teriam se concentrado cada vez mais em quantidades menores de magma líquido.

Esse magma rico em água chegou à superfície por meio de erupções, pois era rico em compostos voláteis. Os astronautas da Apollo podem ter coletado esse magma na forma de bolhas de vidro vulcânico. É possível, no entanto, que esse magma não seja representativo da Lua.

Ainda é cedo para definir a questão da água na Lua. É preciso estudar mais amostras, principalmente de áreas ainda não estudadas pela Apollo ou por missões robóticas. O estudo foi publicada na revista "Science".
(Folha Online)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Sol entra em estado de atividade antes do previsto; quais as implicações desse fenomeno na terra.




Esta semana, o sol entrou num estado de atividade previsto para ocorrer apenas em meados de 2013. O sol estrela regente do chamado sistema solar afeta diretamente suas nove luas constituintes, os planetas, e toda a matéria existente ao redor de seu poderoso campo gravitacional. Sua alta gravidade mantém os planetas próximos da ação de suas correntes de plasma (complexo vento de partículas [como prótons, nêutrons, elétrons, etc.] e radiação eletromagnética de variados comprimentos de onda e freqüência). O sol produz energia através de reações de fusão nucleares e mantém sua energia através da interação de poderosos campos magnéticos e outras interações de diversos tipos.
A fusão de hidrogênio ocorre primariamente segundo uma cadeia de reações chamada de cadeia próton-próton:[44]
4 ¹H → 2 ²H + 2 e+ + 2 νe (4,0 MeV + 1,0 MeV)
2 ¹H + 2 ²H → 2 3He + 2 γ (5,5 MeV)
2 3He → 4He + 2 ¹H (12,9 MeV)
Estas reações podem ser sumarizadas segundo a seguinte fórmula:
4 ¹H → 4He + 2 e+ + 2 νe + 2 γ (26,7 MeV)
O Sol possui cerca de 8,9 x 1056 núcleos de hidrogênio (prótons livres), com a cadeia próton-próton ocorrendo 9,2 x 1037 vezes por segundo no núcleo solar. Visto que esta reação utiliza quatro prótons, cerca de 3,7 x 1038 prótons (ou 6,2 x 1011 kg) são convertidos em núcleos de hélio a cada segundo. Esta reação converte 0,7% da massa fundida em energia, e como consequência, cerca de 4,26 milhões de toneladas métricas por segundo são convertidos em 383 yotta-watts (3,83 x 1026 W), ou 9,15 x 1010 megatoneladas de TNT de energia por segundo, segundo a equação de massa-energia E=mc² de Albert Einstein.

A energias dessas radiações emitidas apenas produz uma intensificação das auroras boreais, belo fenomeno visual oriundo da interação de particulas subatomicas com o campo magnetico terrestre.