
Esta semana, o sol entrou num estado de atividade previsto para ocorrer apenas em meados de 2013. O sol estrela regente do chamado sistema solar afeta diretamente suas nove luas constituintes, os planetas, e toda a matéria existente ao redor de seu poderoso campo gravitacional. Sua alta gravidade mantém os planetas próximos da ação de suas correntes de plasma (complexo vento de partículas [como prótons, nêutrons, elétrons, etc.] e radiação eletromagnética de variados comprimentos de onda e freqüência). O sol produz energia através de reações de fusão nucleares e mantém sua energia através da interação de poderosos campos magnéticos e outras interações de diversos tipos.
A fusão de hidrogênio ocorre primariamente segundo uma cadeia de reações chamada de cadeia próton-próton:[44]
4 ¹H → 2 ²H + 2 e+ + 2 νe (4,0 MeV + 1,0 MeV)
2 ¹H + 2 ²H → 2 3He + 2 γ (5,5 MeV)
2 3He → 4He + 2 ¹H (12,9 MeV)
Estas reações podem ser sumarizadas segundo a seguinte fórmula:
4 ¹H → 4He + 2 e+ + 2 νe + 2 γ (26,7 MeV)
O Sol possui cerca de 8,9 x 1056 núcleos de hidrogênio (prótons livres), com a cadeia próton-próton ocorrendo 9,2 x 1037 vezes por segundo no núcleo solar. Visto que esta reação utiliza quatro prótons, cerca de 3,7 x 1038 prótons (ou 6,2 x 1011 kg) são convertidos em núcleos de hélio a cada segundo. Esta reação converte 0,7% da massa fundida em energia, e como consequência, cerca de 4,26 milhões de toneladas métricas por segundo são convertidos em 383 yotta-watts (3,83 x 1026 W), ou 9,15 x 1010 megatoneladas de TNT de energia por segundo, segundo a equação de massa-energia E=mc² de Albert Einstein.
A energias dessas radiações emitidas apenas produz uma intensificação das auroras boreais, belo fenomeno visual oriundo da interação de particulas subatomicas com o campo magnetico terrestre.
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