quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Nobel de quimica

Química do Paládio é laureada pela academia sueca

Richard Heck, Ei-ichi Negishi e Akira Suzuki dividiram o prêmio, disse o Comitê do Nobel para Química da Real Academia Sueca de Ciências em comunicado. O prêmio de 10 milhões de coroas suecas (1,5 milhão de dólares) foi o terceiro Prêmio Nobel anunciado neste ano, após as premiações de medicina, na segunda-feira, e de física, na terça-feira. O paládio é atualmente um catalisador consolidado em reações de acoplamento em síntese orgânica para a construção de ligações carbono-carbono, permitindo abordagens sintéticas versáteis.
A reação de Heck pode ser encontrada abaixo, e grosso modo se trata de um acoplamento entre um haleto (ou triflato) insaturado (aromático, p. ex.) na presença de base e o paládio (geralmente na presença de ligantes) como catalisador, resultando na formação de um alceno.






A reação de Negishi foi uma das primeiras abordagens que permitiram a obtenção de biarilas em bons rendimentos. Mas esta reação, que trata do acoplamento de compostos organozinco com diversos haletos (arila, vinila, benzila, ou alila), catalisada por paládio (ou níquel) tem uma enorme aplicação, e não se restringe apenas à formação de biarilas.






O acoplamento de Suzuki ocorre entre ácidos organoboronicos e haletos (ou triflatos), catalisado por paládio. A reação se desenvolveu enormemente, e além de arilas inclui alquilas, alquenilas e alquinilas. Além de ácidos boronicos, ésteres, organoboranas e trifluoroborato de potássio podem ser utilizados.







sábado, 7 de agosto de 2010

Uso de polimero Bisfenol A é proibido para a produção de materiais infantis

O material plástico era alvo de estudo (Science, 27 de Outubro de 2000, p. 695) a décadas e foi proibido por ser poder potencial para causar cancer e deficiências intelectuais, segundo especialistas. O material que foi proibido em vários países agora é foco nos EUA e Brasil.
para ver a informação original acesso o link abaixo:

A Lua não possue água tal como foi afirmado em 2008

O interior da Lua pode não conter água no final das contas, apesar de estudos recentes terem sugerido a existência do líquido.

Por décadas, após os astronautas da Apollo terem pousado em uma superfície lunar desolada, a Lua foi considerada seca. Mas essa visão começou a mudar em 2008, quando pesquisadores descobriram água dentro de esferas minúsculas de rocha vulcânica vítrea em concentrações semelhantes àquelas encontradas em rochas vulcânicas terrestres.

Agora pesquisadores liderados por Zachary Sharp, da Universidade do Novo México, em Albuquerque, afirmam que medições de cloro em uma dúzia de amostras colhidas nas missões Apollo sugerem que o interior da Lua sempre foi seco. A Terra contém entre 10 mil e 100 mil vezes mais água que a Lua.

O cloro está disponível em dois isótopos estáveis (cloro-35 e cloro-37). A equipe de Sharp descobriu que a versão mais pesada do elemento é mais abundante em amostras da Lua que na Terra, sugerindo que as rochas lunares se formaram em um ambiente muito seco.

Isso porque átomos de hidrogênio contidos em água ligam-se rapidamente com o isótopo pesado do cloro, formando gás de ácido hidroclórico, que sobe em direção ao espaço, deixando para trás uma maior quantidade do isótopo mais leve.

Acredita-se que a Lua tenha sido formada por destroços de uma colisão entre um objeto do tamanho de Marte e a Terra há 4,5 bilhões de anos. Segundo Sharp, à medida que a Lua fundida cristalizou-se até formar uma rocha, quantidades mínimas de água teriam se concentrado cada vez mais em quantidades menores de magma líquido.

Esse magma rico em água chegou à superfície por meio de erupções, pois era rico em compostos voláteis. Os astronautas da Apollo podem ter coletado esse magma na forma de bolhas de vidro vulcânico. É possível, no entanto, que esse magma não seja representativo da Lua.

Ainda é cedo para definir a questão da água na Lua. É preciso estudar mais amostras, principalmente de áreas ainda não estudadas pela Apollo ou por missões robóticas. O estudo foi publicada na revista "Science".
(Folha Online)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Sol entra em estado de atividade antes do previsto; quais as implicações desse fenomeno na terra.




Esta semana, o sol entrou num estado de atividade previsto para ocorrer apenas em meados de 2013. O sol estrela regente do chamado sistema solar afeta diretamente suas nove luas constituintes, os planetas, e toda a matéria existente ao redor de seu poderoso campo gravitacional. Sua alta gravidade mantém os planetas próximos da ação de suas correntes de plasma (complexo vento de partículas [como prótons, nêutrons, elétrons, etc.] e radiação eletromagnética de variados comprimentos de onda e freqüência). O sol produz energia através de reações de fusão nucleares e mantém sua energia através da interação de poderosos campos magnéticos e outras interações de diversos tipos.
A fusão de hidrogênio ocorre primariamente segundo uma cadeia de reações chamada de cadeia próton-próton:[44]
4 ¹H → 2 ²H + 2 e+ + 2 νe (4,0 MeV + 1,0 MeV)
2 ¹H + 2 ²H → 2 3He + 2 γ (5,5 MeV)
2 3He → 4He + 2 ¹H (12,9 MeV)
Estas reações podem ser sumarizadas segundo a seguinte fórmula:
4 ¹H → 4He + 2 e+ + 2 νe + 2 γ (26,7 MeV)
O Sol possui cerca de 8,9 x 1056 núcleos de hidrogênio (prótons livres), com a cadeia próton-próton ocorrendo 9,2 x 1037 vezes por segundo no núcleo solar. Visto que esta reação utiliza quatro prótons, cerca de 3,7 x 1038 prótons (ou 6,2 x 1011 kg) são convertidos em núcleos de hélio a cada segundo. Esta reação converte 0,7% da massa fundida em energia, e como consequência, cerca de 4,26 milhões de toneladas métricas por segundo são convertidos em 383 yotta-watts (3,83 x 1026 W), ou 9,15 x 1010 megatoneladas de TNT de energia por segundo, segundo a equação de massa-energia E=mc² de Albert Einstein.

A energias dessas radiações emitidas apenas produz uma intensificação das auroras boreais, belo fenomeno visual oriundo da interação de particulas subatomicas com o campo magnetico terrestre.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Discussion about it on MOFs (metal-organic frameworks)

lines of research involving MOFs direct them to various areas of knowledge. however research groups argue that the creation of MOFs have pores with bigger and more defined structures provide greater applicability. they can be applied in catalysis, adsorption of gases, pesticides in water, organic pollutants, heavy metals. some even cite such materials as MOFs were actually solve problems caused by human action.

MOFs are really interesting materials, because they have numerous applicability, it is for scientists now studying MOFs thermally more resistant, and with considerable selectivity. Brazilian research groups such as the fundamental chemistry laboratory of the Federal University of Pernambuco and the department of chemistry at the Federal University of Sergipe has been prepared to search and apply MOFs in essential lanthanides.
these institutes the MOFs are being used in public safety, adsorption of pesticides in water and environmental matrices and carrying of controlled drugs. studies are empirical and theoretical.

I believe that MOFs can they contribute to the development of science, and for this technology which in turn brings social and economic development (when properly applied). adsorption of gases has already been discussed in the blog. hope that more discussions are likely through this report.

sábado, 17 de julho de 2010

Cientistas criam cristais melhorados para absorver CO2

Químicos da Coreia do Sul e dos EUA aperfeiçoaram um tipo de cristal artificial, dobrando sua capacidade de absorver e armazenar dióxido de carbono.

Chamados de armações orgânico-metálicas, os cristais são estruturas porosas e estáveis que podem absorver e comprimir o gás em espaços muito reduzidos.

Cientistas esperam que materiais assim levem a uma energia mais limpa e ajudem a capturar o dióxido de carbono que aprisiona o calor do Sol na atmosfera da Terra, causando aquecimento global.

Chefiado por Omar Yaghi, do Instituto NanoSystems da Universidade da Califórnia, a equipe aperfeiçoou um cristal anterior, chamado MOF-177, e produziu duas novas versões - MOF-200 e MOF-210 - que podem armazenar até o dobro de gás.

"Porosidade é um jeito de conseguir muito com pouco", disse Yaghi, em nota. "Em vez de ter apenas a superfície externa de uma partícula, fazemos pequenos furos para aumentar dramaticamente a área".

Os cristais aperfeiçoados são descritos em um artigo publicado na edição online da revista Science.

O químico Jaheon Kim, da Universidade Soongsil de Seul, que ajudou a projetar o MOF-210, descreveu um grama de MOF como tendo o tamanho aproximado de quatro cubos de açúcar.

Se desdobrado, cada grama cobriria mais de 5.000 metros quadrados, disse Yaghi.